Para depois da tempestade:

como será o mundo pós-coronavírus.

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Escrito por Tiago Mello

A pandemia causada pelo corna vírus COVID-19 está sendo algo sem precedentes. Nunca da história da humanidade metade do mundo 3,9 Bilhões de pessoas foram solicitadas a ficarem de quarentena em suas casas.

A necessidade de um confinamento forçado modificou drasticamente a maneira como consumimos e houve uma digitalização forçada da maneira como consumimos. Muitas marcas estão reportando que além de um aumento grande em sua venda online, a quantidade de clientes que fizeram a sua primeira compra no canal digital da empresa é muito expressiva.

Muitas empresas não estavam preparadas para atender seus clientes nos canais digitais, outras empresas como a Amazon, tentaram deliberadamente fazer com o que o seu cliente comprasse menos, a empresa parou a distribuição de cupons de desconto, parou de mostrar produtos recomendados, e reduziu a quantidade de promoções.

O impacto dessas mudanças nos negócios com certeza será muito grande e existe, nesse momento, uma agenda muito crítica de sobrevivência e adaptação nas empresas.

É fato que à curto prazo a pandemia vai causar um dano expressivo à grande parte das empresas e uma parte dessas empresas, infelizmente, não sobreviverão. Mas a médio e longo prazo ela será muito positiva para os negócios. As empresas serão forçadas a rever o seu modelo de negocio e ajustar parcerias que já não eram saudáveis e estavam deteriorando lentamente.

As empresas que conseguirem passar por esse momento sairão mais fortes e mais estruturadas para ter sucesso em atender um cliente que já havia se transformado, e agora serão ainda mais exigentes.

A grande verdade é que o novo comportamento de consumo está gerando alterações sísmicas no panorama do varejo. As marcas que estão na vanguarda das mudanças estão forçando a concorrência a se transformar, se adaptar ou até a unir forças. É uma corrida para se manter relevante e os verdadeiros vencedores são os consumidores.

 

Como será o varejo Físico?

O varejo físico não está morrendo, mas sim passando por uma profunda disrupção no qual será necessário redefinir o que significa ter uma loja física. As empresas vão ter que explorar novas oportunidades reimaginando os ambientes das lojas para serem mais relevantes e responsivos às necessidades do consumidor.

O papel da loja física já vinha se transformado, e o corona virus, como grande catalizador dessas mudanças irá intensificar ainda mais o novo papel da loja física.

As marcar precisam dar aos clientes uma razão convincente para se visitar as lojas, criando momentos experienciais ricos que vão além do produto e que consigam explorar elementos emocionais e de conexão do consumidor com a marca.

Loja física é uma das melhores ferramentas para se construir e solidificar uma marca, vários varejistas que nasceram puramente online abriram lojas físicas, pois, perceberam que a mesma funciona como um ponto de confiança e contato com o consumidor, e também podem funcionar como um mini centro de distribuição, aproximando os produtos do consumidor final.

Um dos grandes desafios desse momento, é que boa parte do varejo não estava estruturado para aproveitar os benefícios gerados pela loja física em outros canais. Será necessário, também, repensar os indicadores de performance para que possamos ter métricas eficazes que reflitam o real valor e impacto que a loja física proporciona para empresa.

 

Fizemos esse estudo na perspectiva de ajudar

1 – Colocar, verdadeiramente, as pessoas no centro da sua organização.

2 – Definir bem e trabalhar a difusão do propósito e cultura da empresa.

3 – Pensar quais serviços podem começar a oferecer. (Assinaturas, personalização, serviços complementares ao seu negócio)

4 – Considerar aluguel e revenda como oportunidades para extensão do seu negócio.

5 – Desenvolver sua intensidade tecnológica. (Use a tecnologia disponível para inovar e resolver problemas que impactam diretamente seus clientes)

6 – Desenvolver o conceito do RETAILMENT dentro da sua empresa. Pense o que você pode executar na loja que não possa ser replicado no mundo online.

7 – Fazer Parcerias.

8 – Buscar ter uma organização ágil. Incentive a cultura de inovação dentro da empresa

9 – Usar DADOS, em tudo, para gerenciar sua organização. Você só estará usando dados bem se conseguir usá-los para alterar decisões de curto prazo ou alterar a estratégia da empresa.

10 – Personalizar o sortimento de acordo com o comportamento de consumo de cada loja

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